NASDAQ

Mercados de ações – índices – Análise técnica em 04/08/17

ÍNDICE NASDAQ Está impossível efetuar uma análise substantiva. A razão é a seguinte: o índice tem em sua composição um alto percentual de empresas verdadeiramente campeãs: Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet (Google) e Face Book. Dado o elevado valor atingido por essas empresas, que se tornaram alvo de demandas pelo governo por prejudicar a concorrência em função de suas altas tecnologias e modelos exitosos de negócios, suas cotações têm oscilado com alta volatilidade. Parece que os EUA já não são o país das oportunidades. O gráfico ao lado indica claramente a repercussão no índice, desse fato. Contudo, efetuando uma projeção das minhas análises anteriores, o índice teria por meta, ao completar a atual onda w1, componente da onda intermediaria (5), alcançar as cotações na faixa 5.803 – 6.263. Na realidade, o máximo atingido foi 6.422,75, em 26/julho, excedendo minha meta em 2,6%. ÍNDICE DOW JONES: Está para completar a onda w3 componente da onda intermediara (1) na cota máxima 23.090. Após,…

ÍNDICE NASDAQ – Empresas de Tecnologia – 27/06/2017

Conforme minha última análise deste índice, postada aqui mesmo, previ que a onda w1, a primeira da onda intermediaria (5), alcançaria as metas 5.794; 5.803 ou 6.263, esta com 15% de probabilidade. O gráfico acima indica que o índice superou o máximo calculado atingindo 6.304, pico inédito. Contudo, apresentou uma volatilidade também inédita, com o índice subindo e descendo freneticamente embora os indicadores mostrem resiliência à queda. Interessante, não? Acho que uma queda significativa é iminente, embora não haja elementos técnicos para afirmar e fundamentar. Por vias das dúvidas, recomento estreitar os stop-loss nas ações que compõem o índice. Até a próxima.

NASDAQ 06/12/2016

O índice que representa as ações de tecnologia da bolsa americana vem apresentando uma tendência Bull, desde o encerramento da onda primária (4) na cota 4,209.76. Sua expansão está se realizando através de cinco ondas minuto que completará a onda menor w1, muito provavelmente em 5,794, podendo alcançar o máximo de 6.263 com 15% de probabilidade, antes da próxima correção técnica.

A ECONOMIA AMERICANA IV – EPÍLOGO

Minhas previsões não são pessimistas, são realistas. A apregoada crise já começou e terá desdobramentos impressionantes. Provavelmente você ainda se lembra da ENRON, a gigante americana de energia que já foi a companhia mais admirada do mundo e que, entretanto, faliu da noite para o dia. Nem o governo, nem a imprensa, nem os brokers de Wall Street fizeram qualquer advertência. Em 2000, Charles Pearce aposentou-se dessa empresa aos 63 anos. Recebeu, em função de seu alto cargo, um portfólio de ações, bônus e opções dessa companhia no valor de $ 1,3 milhões de dólares. Ele pensava passar os dias restantes de sua vida viajando, jogando golfe com amigos e frequentado os melhores restaurantes. Quando a ENRON faliu em 2001, o fundo de Charles se reduziu de $ 1,3 milhões para apenas $13 mil.    Ele levou 33 anos para economizar esse dinheiro que desapareceu como por encanto. Mais de 20.000 empregados foram atirados à rua sem nada, milhares de investidores…

A ECONOMIA AMERICANA III

O que os americanos deveriam saber, mas não são informados. Veja aqui, passo-a-passo, o que falta para o dólar despencar 33% WALL STREET: A política financeira do FED, de juros zero e recursos abundantes para o crédito, foi a responsável pela alta continuada da Bolsa dando a impressão de que tudo corria otimamente bem com a economia e que os americanos não precisavam se preocupar. Observem os dois gráficos abaixo cobrindo o mesmo período, o da esquerda indicando a quantidade de recursos aplicados no mercado acionário e o da direita o desempenho do Índice S&P 500. Há uma correlação perfeita entre ambos. MARGEM Outro indicador que nos auxilia no diagnóstico da sanidade do mercado é o débito em margens. Margin debit é a quantidade de dinheiro que os investidores tomam emprestado para aplicar em ações. Você pode tomar emprestado, suponhamos 1 milhão de dólares a custo muito baixo e aplicar em ações que estão se valorizando sem interrupção e, ao…

A ECONOMIA AMERICANA II

O que os americanos deveriam saber, mas não são informados. No relatório de mesmo nome da semana passada, lancei ao final uma inquietante pergunta: “O QUE ESTÁ PRODUZINDO O CRESCIMENTO DO PIB? ” A resposta simples, direta e precisa é: o débito. Muita gente se impressiona desnecessariamente com o débito. Ele é um instrumento eficaz de progresso e, se bem utilizado e com critério, pode aumentar a eficiência e riqueza de uma empresa ou de um país. Para efeito didático, imaginemos que os EUA sejam uma grande empresa—América Ventures Corp.— onde seus empregados sejam o povo e os acionistas, os políticos. Os escolhi para essa função porque os políticos, não todos, mas quase todos, se julgam donos do país e que os recursos produzidos pelos empregados, o povo, pertencem integralmente a eles. O povo trabalha duro, produz alimentos, máquinas, produtos variados, constrói pontes, estradas, faz a limpeza, cuida da saúde dos empregados doentes, exporta os produtos excedentes e tudo isso…

A ECONOMIA AMERICANA I

O que os americanos deveriam saber, mas não são informados. Como os brasileiros serão atingidos, mas preferem não saber. Um de meus leitores me enviou um e-mail fazendo uma crítica construtiva sobre o que tenho revelado a respeito dos EUA. Disse-me ele que segundo reportagem que leu no New York Times não havia motivo para preocupação. E seguiu arrolando alguns dados publicados no citado artigo: o PIB doméstico dos EUA vem crescendo desde a recuperação iniciada após a crise de 2008. Nestes últimos 7 anos o PIB cresceu US$ 1,76 trilhões, as bolsas americanas subiram sem parar refletindo a saúde da economia, a inflação continua bem abaixo de 2%, a taxa básica de juros entre zero e 0,25% a.a. e a taxa de desemprego está entre as mais baixas das economias avançadas.  Então me pergunta: em que se baseia sua preocupação com a forte e estável economia americana? Os números citados parecem convincentes, não lhe parece? Então, vamos juntos observar…

Crash no Mercado de Ações da China

O que você precisa saber para compreender o que se passa nos mercados financeiros da China e que vão comprometer o nosso mercado e todo o mercado ocidental. Deng Xiaoping, o anterior líder chinês, arquivou o livrinho vermelho do atraso adotado pelo seu antecessor Mao Tsé-Tung em sua chamada Revolução Cultural, um desastre de triste memória.  Foi o gestor do milagre chinês do século XX assumindo o governo do país empobrecido, na época mais atrasado economicamente que o Brasil, de planejamento centralizado e economia basicamente rural e o transformou no país vibrante, orientado para exportações e produção com alto valor agregado que é hoje. No seu governo, a economia do país cresceu a taxas astronômicas em relação aos seus pares ocidentais e numa única geração a China se transformou na segunda maior economia do planeta e no detentor do maior comercio internacional, superando os EUA. Todo esse extraordinário progresso bem-sucedido e orientado pelo governo central é muito recente e as…

DOW JONES – ATUALIZAÇÃO EM AGOSTO 01, 2014

DOW JONES – ATUALIZAÇÃO EM AGOSTO 01, 2014 Dagoberto Aranha Pacheco   O índice sofreu hoje uma queda abrupta e inesperada. Nada para se desesperar. Explico: 1 – há muito ruído na imprensa  com origem em falsos gurus indicando crash na Bolsa e o fim do capitalismo. Nada disso vai acontecer. 2 – o Oriente Médio está em guerra e muito instável. A produção de petróleo está em queda enquanto a demanda mundial está em alta. Significa que os preços do petróleo vão disparar. 3 – os EUA não serão afetados porque com as novas tecnologias de exploração  aplicadas nas rochas de xisto, o setor está ‘bombando’ naquele país que goza de estabilidade.  De importador passará a autossuficiência e a exportar já a partir do próximo ano. Portanto, a crise mundial produzida pelo Oriente Médio abrirá perspectivas imensas para investidores nesse setor de energia: petróleo, gás natural e seus derivados. O meu negocio é analisar gráficos e não macro economia.…

ÍNDICE DOW JONES – 09/01/2013

Em 31/10/2007, o DJ alcançou a máxima na cota 14.198,10, completando a onda primária III esta sempre de longo curso, mas que não superou o percurso da onda I, de mesmo grau. Com a crise internacional produzida pelo estouro da bolha imobiliária e dos financiamentos prime que a produziu, o índice que já havia entrado no processo normal de correção caiu abruptamente a partir de 31/07/2008 cuja queda só finalizou em 31/03/2009 na cota 6.469,95. Essa queda rompeu todas as sustentações e consequentemente, os padrões que tornaram a Analise Técnica indefinida e sem parâmetros. Escrevi, nessa época, um artigo interessante no qual expliquei porque, apesar da crise, da tremenda dívida dos EUA, do rebaixamento da classificação de risco e da disputa sobre o teto da dívida que poderia colocar o país numa tremenda recessão, estava ocorrendo um fluxo enorme de dólares para o país. Argumentava que se os EUA tivessem um grave problema, não sobraria nenhum lugar seguro no mundo…

NASDAQ – ATUALIZAÇÃO EM 31/12/2013

Partindo do final da onda primária IV, 1.108,49 em 31/10/2002, onde finalizamos nosso comentário anterior, o índice iniciou um processo longo de alta, mais moderada, pois muitos investidores, fundo de investimento e previdenciários foram literalmente varridos do mercado. O foguete explodiu no ar bem antes de chegar à lua. A alta se processou em 5 ondas dando formação à onda intermediaria (1) em 2.861,51 em 31/10/2007, sempre no dia 31. A partir desse ponto era previsível a formação de um tríplice de ajuste a-b-c que teve inicio de forma moderada; na formação da perna c ocorreu a crise financeira de 2008 com a bolha imobiliária nos EUA reforçada pelos financiamentos prime de pai-para-filho, tal como ocorre aqui e agora.  A onda (2) terminou em 1.265,52, também em 31/03/2009, ultrapassando as três sustentações que se respeitadas, manteriam esse movimento dentro dos padrões. A situação do mercado das tecnológicas estava totalmente modificada. As corporações apresentavam resultados cada vez melhores, novas tecnologias surgiram,…

NASDAQ – HISTÓRICO

Nossa aventura começa em fevereiro de 1986, século passado, quando o indicador das empresas de tecnologia iniciou uma alta impressionante que se estendeu, quase sem interrupção, até 31/03/2000, data da alta histórica, até hoje não ultrapassada e que marcou o final da onda primária III em 5.132,52. A maioria dos analistas de hoje, jovens inteligentes e ambiciosos, não vivenciou essa magnífica experiência. As empresas de tecnologia quase todas davam prejuízo, como ocorre ainda hoje para muitas, mas o clima do mercado era: “o avanço tecnológico veio para ficar e quem não entrar agora perderá o foguete que nos conduzirá à lua!”  Então, estava claro para mim todas as características de uma bolha: euforia, falta de racionalidade, abandono de regras e a crença de novos paradigmas. Previ um crash que viria com vários minicrashs. O primeiro levou o índice para 3.042,66, em 31/05/2000, uma queda de 59% em apenas dois meses. Esperei o repique que calculei, seria 0,618 vezes o percurso…