mar 242016
 

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Todos nós sabemos que o mundo está encalacrado em dívidas; os países têm dificuldade de renegociá-las ou de efetuar a recomposição delas em prazos maiores e com taxas mais camaradas porque, afinal, as taxas praticadas nos mercados, há cerca de nove anos, são quase nulas, quando não negativas. Por essa razão, os políticos aproveitaram para tomar empréstimos muito baratos, não para aplicarem em investimentos rentáveis que produzissem retornos suficientes para pagá-los, mas para programas sociais que permitissem maior apoio popular a seus projetos de permanência no poder sem a preocupação com a sustentabilidade desses programas.

“Facilidades produzem tragédias”, segundo a filosofia chinesa.

Porto Rico está insolvente; Grécia em default e humilhado pela Europa; Portugal, Espanha, Itália, Brasil, Venezuela, Rússia, Japão e até EUA, como já tive a oportunidade de demonstrar na série de artigos “A Economia Americana”, todos endividados muito além do que seria razoável.

A China está se reinventando, porque não consegue manter seu modelo exportador num mundo em recessão que importa cada vez menos.

Pode-se observar uma desesperada desvalorização das moedas ao redor do mundo entre emergentes e países inapropriadamente chamados de ricos.

Todos devem mais do que recebem e sem investimentos a produção não cresce, não melhora a qualidade e a recessão se aprofunda.

Os Bancos Centrais de muitos países, adiantados e emergentes, estão adotando taxa de juros negativa que produzirá inflação e se apropriará de parte substancial das poupanças das pessoas.

Diante dessa situação, não localizada, mas que se espalhou por todas as economias como uma praga virulenta, pode-se visualizar a proximidade de um grande crash.

Há cinco fatores que antecedem um grande crash de forma inevitável:

1—Existência de excesso de débitos.

2—Muito pequeno ou insuficiente crescimento econômico. O crescimento suficiente é aquele que produz receitas que vão bem além dos custos, de modo a permitir o pagamento dos juros e encargos da dívida, para que ela não cresça—o chamado superávit primário. Será necessário também que haja recursos excedentes para amortizar parte da dívida, para que ela diminua, e reste razoável quantia para P&D (Pesquisas e Desenvolvimento) e mais algum para novos investimentos.  Pelo que pude observar, a maioria dos países grandes e que realmente pesam na economia global não dispõem de recursos suficientes para o superávit primário.  É quando as Agências de Rating entram em cena, rebaixando a confiança dos credores e investidores nesses países, como aconteceu com o Brasil, recentemente.

3—Mercados supervalorizados, desconectados da realidade. Um modelo que analisei com muitas informações, fundamentadas em dados oficiais e gráficos, foi o mercado dos EUA, na série “A Economia Americana”, em quatro capítulos. O encorajo a ler essa série aqui no site.

4—A inexistência de uma política monetária eficaz. É o caso do FED, o Banco Central americano, que há um ano vem anunciando aumento na taxa de juros, desde o início de 2015 e, conforme minhas previsões de que tais aumentos não se justificavam nem se realizariam, foi o que aconteceu. Apenas em dezembro último, a taxa foi elevada pela primeira vez, em 9 anos, em apenas 0,25% e mantida estável até a data deste relatório.

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Aí você vê os comandantes Mário Draghi, do Banco Central Europeu e Janet Yellen, do FED.  Ambos parecem perdidos e inseguros sobre como agir.

5—Instabilidades Geopolíticas

Guerras na Síria, Iraque, Turquia, Iêmen; instabilidades geradas por grandes correntes migratórias para a Europa; Irã e Coreia do Norte dando demonstrações de hostilidades contra os EUA, Israel e aliados; Israel e Palestina tentando novo acordo de paz que afirmo que não vai prosperar, desta vez; situação muito instável no Mar Meridional da China, explicada nos meus relatórios “Eurasia&TPP” e “Domínio do Mar”; a Nova Guerra do Petróleo desencadeada pela Arábia Saudita, com graves consequências para o equilíbrio financeiro mundial; a Cyberwar, em grande expansão e que neste ano atingirá vários países produzindo enormes prejuízos e disfunções nos mercados; a expansão do terrorismo com o crescimento do Estado Islâmico. Agora mesmo, enquanto escrevo este texto, ouvi pelo rádio o ataque do EI no aeroporto e logo a seguir no metrô de Bruxelas, com dezenas de mortos e feridos.

Analisando as inevitabilidades, constatei que o processo do crash já foi desencadeado. Quase sempre um grande crash se desmembra em três mini crashes.

ANALISEMOS AS SITUAÇÕES NA EUROPA, EUA E CHINA.

A Europa está enfrentando uma grande crise oriunda de uma inclusão muito rápida dos países membros, sem o cuidado de estabelecer controles efetivos sobre as políticas financeiras de cada país membro, embora com uma moeda unificada. Os países ao perderem a soberania na emissão de moedas, recorreram ao crédito indiscriminado num ambiente financeiro mundial de taxas excessivamente baixas e atraentes para endividamento irresponsável.

A Alemanha que vem clamando por uma política fiscal mais restritiva e conservadora tem um débito de 78,81% de seu GDP doméstico (o mesmo que o nosso PIB) e acima do teto estabelecido pelo tratado firmado em Bruxelas, conhecido como Pacto Fiscal Europeu, que estabelece o compromisso de cada país membro de manter o seu grau de endividamento não superior a 60% do PIB.

No Quadro a seguir você pode conferir como o tratado foi desrespeitado.

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O principal banco da Alemanha, o Deutsche Bank está numa grave situação de risco sistêmico que provém de suas excessivas operações com derivativos.

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Observe o modelo de negócios do D.B. O gráfico compara os riscos assumidos pelo banco comparados com o GDP da Alemanha e o GDP de toda a Europa.

Abaixo, o efeito nas cotações da bolsa:

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O Quadro acima mostra o rápido aumento do risco de crédito nos meses de janeiro e fevereiro.

Finalmente, o dramático efeito sobre as economias dos clientes, especialmente dos aposentados.

Deutsch Bank crisis

Deutsch Bank crisis

Provavelmente, você não estava sabendo nada disso e poderia estar entre essas vítimas. Aqui, fica sabendo o que ainda não aconteceu, mas acontecerá. Confira.

O interessante é que a Alemanha não poderá vir em socorro do D.B., por duas razões:

1—Razão Técnica: se o fizer poderá acrescentar 20 a 30 pontos na atual relação débito/GDP, elevando-a para 100 a 110%, excedendo 50% do acordado no Pacto Fiscal Europeu.

2—Razão Política: se o fizer perderá o discurso da política fiscal ortodoxa que aplicou implacavelmente na Grécia. Itália e Islândia e ficará desacreditada.

Estados Unidos da América:  já escrevi muito sobre este país que muito admiro, na minha série “A Economia Americana”, cujo declínio está produzindo o inesperado fenômeno eleitoral Donald Trump, um candidato do Partido Republicano que está vencendo as primárias e é detestado pelo próprio partido que o aceitou como candidato. O segredo é que, com rara habilidade na arte de mentir, que só nós brasileiros conhecemos no âmbito da política, utiliza-se da mais pura demagogia para transmitir aos americanos o que eles anseiam por ouvir de alguém que interprete corretamente as insatisfações populares em relação a situação do país, aos políticos, ao sistema, à situação financeira descontrolada, a perda de prestigio internacional, a incapacidade de vencer uma guerra, de impor sua autoridade, de ser respeitado, enfim, dos americanos que se sentem sem identidade.

Como estão em época de eleições, o governo de lá, como faz o daqui com rara competência, mente descaradamente e oculta da população fatos importantes que acontecem nos bastidores.  Em relação à economia, mentem, mentem e mentem sobre a situação do país que afirmam estar uma maravilha, com crescimento sustentável e com pleno emprego (lembra-se do Mantega?). Querem convencer a população, anestesiada com os campeonatos de beisebol e do futebol americano, que o voo do país é tranquilo e de brigadeiro, com nada para se preocupar.

Assim vão empurrando até as eleições e, depois dela, …bem, já vimos esse filme aqui, sem legendas, repetidas vezes.

Uma característica comum ao Brasil é arrumar um culpado. Para os EUA, a China é a candidata ideal, porque quase todo o mundo desconhece o que se passa na China, não dá para ler os jornais e informativos locais e a imprensa estrangeira publica o que lhe convém, segundo os interesses da receita publicitária.

Por exemplo, a imprensa ocidental está cheia de relatórios e artigos tentando convencer que a China está a ponto de entrar em colapso, que o mercado de ações sofreu um recente crash e a moeda Yuan teve forte desvalorização, provocando um tsunami nos mercados financeiros globais. Que tal explicar para os aposentados que fazem fila nos Bancos da Grécia e no Deutsche Bank da Alemanha que seus bancos têm um modelo de negócios vencedor, mas que o turbilhão da China provocou estragos inesperados. Talvez acreditem ou, pelo menos ficarão na dúvida. Poderão argumentar, com base em notícias locais, que a China está torrando suas reservas num ritmo impressionante para salvar sua moeda, o Yuan, devido a fuga impressionante de capitais daquele país.

Então, ficará fácil convencer os americanos, que passam o dia com a cabeça nos campeonatos nacionais, de que eles perderão os empregos, terão sua renda diminuída e, quase certo, perderão parte de suas economias por várias iniciativas das autoridades, em gestação neste momento, para salvar o pais do caos pós eleições. A culpada tem nome e sobrenome:  REPÚBLICA POPULAR DA CHINA.

Você ainda está comigo? Então o felicito e o encorajo a continuar, porque os conhecimentos que vai adquirir aqui o ajudarão a não ser enganado pela mídia, a discernir entre o certo e o improvável, a reconhecer o falso no verdadeiro e o verdadeiro no falso. Proponho apresentar com fatos e dados obtidos de minhas pesquisas em sites oficiais e não em suposições, a diferença entre Fatos e Mitos sobre a China.

CHINA

Porque insisto tanto na China? Por uma singular razão: a China é atualmente o país com maior comercio internacional e a segunda economia do planeta, bem encostado nos EUA e, segundo especialistas, deverá sobrepujá-los daqui há cinco anos. Em curto espaço de tempo a China assumirá o protagonismo que os EUA têm hoje. É muito melhor que saiba, antecipadamente, como ocorrerão essas transformações que irão alterar o seu modo de vida, tal como o conhece atualmente.

Se acompanhou as publicações disponíveis em meu blog, na aba ENSAIOS aqui no site, você já tem um cabedal de conhecimentos não disponíveis nos meios de divulgação.

Se o assunto é de seu interesse e quiser aprofundá-lo, o convido a efetuar download dos artigos que o interessar. Não se assuste, é free! E não vou oferecer nenhum produto para disponibilizar esses relatórios. Estão lá a disposição de quem tenha interesse em atualizar seus conhecimentos sobre a economia mundial. E mais, são recentes, datados e produzidos em 2014/2015/2016.

Passemos à análise da China:

1–As reservas estão caindo perigosamente.

É fato e tem um bom motivo. O governo chinês tinha em 2014 cinco trilhões de dólares em suas reservas nos EUA, em títulos da dívida e títulos do tesouro. Apesar de que quase todo o mundo considera os EUA um lugar seguro para guardar seu dinheiro, especialmente em tempos conturbados como os atuais, assim não pensa a China que, ao contrário, está muito preocupada com essa montanha de recursos que está bancando os débitos americanos. Eles possuem informações sigilosas que os levaram a temer o iminente colapso do dólar em razão da dívida descontrolada dos EUA. Daí desenvolveram um Plano Secreto que me custou meses de pesquisas, mas acabei descobrindo as linhas gerais desse plano e o descrevi no meu relatório “China e seu Secreto Plano Estratégico”.

Para proteger seu patrimônio, a China fez contratos de swaps com mais de trinta países para permitir a troca de seus dólares por Yuan e assim alimentar um sistema financeiro paralelo e independente dos EUA. Para instrumentá-lo, firmou contratos com vários países asiáticos, do Oriente Médio, e vários outros da Eurásia e os emergentes do BRICS. Todo esse plano está descrito em detalhes com gráficos e dados oficiais em vários artigos dessa série acima citada. Então, os dólares estão saindo das reservas, mas não para defender a moeda como assinalado pela imprensa ocidental, cuja afirmação é mito.

2—O Yuan está em queda livre e próximo do colapso.

É mito. Basta observar os fatos reais. O Yuan estava atrelado ao dólar, quer dizer, se o dólar subia ou descia, o Yuan o acompanhava mantendo a mesma paridade. Acontece que os países desenvolvidos tiveram quedas substanciais em suas moedas, assim como todos os emergentes e não foi por causa da China. A causa foi o excesso de débitos associados com má gestão financeira num cenário de taxas de juros próximas de zero. Como tomar empréstimo estava barato, os governos fizeram a farra com benefícios sociais e desonerações imprudentes e insustentáveis. Em consequência dessa desvalorização de moedas que provocou, em contrapartida a valorização excessiva do dólar, a China perdeu mercados e competitividade em suas exportações por ter sua moeda, atrelada ao dólar, cada vez mais fortalecida. A China anunciou o rompimento do atrelamento de sua moeda ao dólar e produziu uma desvalorização gradual que não ultrapassou os 10% e se manteve estável em relação a cesta de moedas SDR, do FMI.

Recentemente, o ministro de finanças da China explicou e garantiu à presidente do FMI, Christine Lagarde, que vai depreciar sua moeda apenas em relação ao dólar que está sobrevalorizado, mantendo a estabilidade em relação a cesta de moedas que compõem o SDR. Ademais, adiantou, que a desvalorização do Yuan contraria os planos de reestruturação da economia de seu país e poderá, se for efetivada, produzir desvalorizações em cadeia, globalmente, prejudicando a competitividade das exportações chinesas.

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Como o gráfico acima demonstra, enquanto o Euro se desvalorizou desde 2008 até o presente, mais de 40%, o Yuan só se valorizou em relação ao dólar, mais de 40% e a desvalorização que sofreu de 2014 até o início de 2015 foi de 6,25%, alcançando menos de 9% até o presente. O dólar é representado pela linha horizontal 100. Os fatos desmentem os mitos.

3—A China está quebrada, com excesso de dívidas.

Em minhas pesquisas não encontrei nenhum país que esteja emprestando para a China ficar endividada. Os EUA têm débitos impagáveis e é fortemente bancado pela China com a maior reserva comercial e títulos de dívida, do mundo. Europa está capengando e também tem parte de suas dívidas bancadas pela China.   Japão e Rússia, nem se fala. A menos que esteja sendo financiada pelo Brasil, Bolívia, Venezuela ou quem sabe Cuba.  Os fatos desmentem os mitos.

4—China sofre fuga de capitais. É Mito.

É verdade que tem saído capitais da China e em grande quantidade. Algum repórter maroto pode copiar essa frase e publicar que o Dagoberto escreveu, em recente relatório, a confirmação da fuga de capitais da China. É assim que criam confusões colocando as informações fora de contexto. Explico: o governo chinês está estimulando empresários chineses a investir no exterior, pois isso faz parte de seu Plano Secreto de criar um sistema financeiro paralelo e independente dos EUA, já em pleno desenvolvimento. Outra razão é que os ativos no exterior estão a preços de barganha devido à crise mundial. Não há quem não tenha notado que os chineses estão por todo o lado fazendo ofertas de fusões, aquisições, joint ventures, onde quer que surja um bom negócio. Nosso governo, se tivéssemos um, deveria aproveitar a ocasião para vender aos chineses nossas empresas estatais e os bancos também, pois não cabe ao governo dirigir empresas e bancos e, quando o fazem, é para fins de corrupção.

China is buying up companies around the world at a record rate — and it’s great news for Wall Street.

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As aquisições de empresas por companhias da China somaram US$ 54 bilhões, em 2015. Em 2016, até março, que ainda não terminou, as ofertas chinesas já alcançaram 102 com valor total de US$ 81,6 bilhões, segundo a Dealogic. Os principais setores com mais ofertas é o agronegócio seguido pelo hoteleiro. A mais complicada oferta foi a feita pela Chongging Casin Enterprise para aquisição da Chicago Stock Exchange. Neste mês de março os chineses ofertaram US$ 2,6 bilhões pela Cia Fairchild Semiconductor, baseada na Califórnia, cujos acionistas recusaram a oferta da China Resources and Hua Capital e aceitaram oferta menor de uma rival americana, segundo noticiou o Financial Times.

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Merger and Acquisitions – Ofertas de Fusões e Aquisições

Transformar reservas em bons ativos pode ser uma ótima estratégia se sabem que os EUA não serão mais o país diferente, como expliquei no ensaio “Letter 02”, disponível no meu site.

Também a China vem comprando e produzindo ouro em invejáveis quantidades, como comprovei no relatório “China e seu Secreto Plano Estratégico III”.

Ter dívidas no passivo em contrapartida de ativos dessa natureza é muito mais saudável que dívidas contra papel impresso.

Para dar a posição da China no comércio mundial de manufaturas, a situação é a seguinte: (a fatia de cada país)

China:                    17,98 %

Alemanha:            10,52%

EUA:                        9,51%

Japão:                     4,88%

Coreia do Sul:       4,04%

Brasil:                     0,61%   Brasil na rabeira das economias líderes e em desenvolvimento.

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Presidente Obama, diante do altivo, ereto e confiante Presidente Xi Jinping

5—A China está em recessão. Falso

A China apresentou uma redução substancial em seu crescimento. De um crescimento de dois dígitos mantidos por vários anos seguidos, o GDP chinês caiu para 6,9% em 2015 e foi de 7,3% em 2014. A razão da queda foi o arrefecimento das exportações para um mundo que importa cada vez menos. Esse fato levou o governo da China a promover um plano quinquenal alterando o foco exportador para privilegiar o consumo interno.

Observando-se esses números, verifica-se que a queda do GDP em 2015 foi de 0,4 pontos percentuais em relação a 2014, queda que não pode ser qualificada de recessão.

A China permanece como a economia de maior crescimento mundial, o maior comércio internacional, quase 90% maior que o dos EUA em manufaturas.  A expansão menor ocorrida em 2015 ainda é três vezes o crescimento americano e seis vezes o da União Europeia.  As vendas de automóveis cresceram 18% em dezembro/2015 sobre o mesmo mês do ano anterior e foi o terceiro mês seguido de crescimento de dois dígitos.

O vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento – NBD, o chamado banco dos BRICS, cujos acionistas são: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul—o brasileiro Paulo Nogueira Batista, ex-diretor do FMI e atualmente residindo na China, declarou ao Estadão que o Banco já tem em caixa US$ 1 bilhão para conceder empréstimos em Yuan para infraestrutura dos países membros.

Em conclusão, os fatos desmentem os mitos, os capitais não estão fugindo da China, eles estão se espalhando pelo mundo para retornar, em médio prazo, no maior fluxo histórico de recursos para dentro da China na forma de rendimentos, de pagamentos de comercio internacional e especialmente, com o nascimento do Petroyuan desbancando o Petrodólar que reinou sozinho por quase cinco décadas, a China alcançará a invejável situação de país diferente.

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  2 Responses to “MERCADOS – DE OLHO NO FUTURO”

  1. […] Vários fatores estão em jogo: o endividamento exagerado dos países da UE, assunto que já foi objeto de um relatório que escrevi recentemente aqui no meu site. […]

  2. […] 3 – Porque a mídia não divulga que o maior e mais importante banco da Alemanha está para quebrar e que isso sim vai provocar, a qualquer momento, um tsunami no mercado financeiro com efeito dominó? Tenha interesse e saiba mais no meu relatório: MERCADOS – DE OLHO NO FUTURO, aqui. […]

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