abr 122012
 
  1. MOTIVAÇÕES: Se você é investidor em ações na Bolsa já deparou com a incerteza: ‘Qual o melhor momento de entrar?’ ‘ Será agora o momento de sair?’  A fórmula “comprar na baixa e vender na alta” você já sabe por experiência que é mito. Também seguir as recomendações das corretoras e bancos você sabe que é mito também. Corretoras e bancos querem ganhar dinheiro para eles, não necessariamente para seus clientes. Greg Smith, um executivo da Goldman Sachs, escreveu recentemente no New York Times: “Fico doente ao ver como as pessoas são insensíveis ao falar em passar a perna nos próprios clientes”. Você deveria ler esse artigo procurando-o no Google.
  2. OBJETIVO: As analises que apresentarei aqui são diferentes de tudo que você já viu. Elas mostram, passo a passo, o que está acontecendo com a Bolsa através de seu índice principal, o Bovespa, e indica as perspectivas. Não farei recomendações, não darei dicas, não indicarei Top Pics que cairão nos meses seguintes. Através da analise do índice, você descobrirá, por si mesmo, o momento oportuno de entrar nas ações que confia e quando sair delas ou introduzir stop-loss para proteção dos lucros e capital. Fique atento e siga as instruções e comentários que deixarei aqui no Blog.
  3. FUNDAMENTOS:  Utilizo na analise as teorias de ciclos econômicos e as ondas de Elliott.  O desenvolvimento das cotações de um ativo se faz por ondas com as seguintes características: ondas de alta se desenvolvem em 5 ondas menores de grau inferior; ondas de baixa se desenvolvem em tríplices, ou três ondas. (a – b – c). Há combinações mais complexas, com vários tríplices, mas não comentarei esses detalhes agora. Fica mais fácil e mais claro descrevendo esses processos na própria analise com o auxilio de um gráfico, como poderá ser visto na analise de hoje.  Uma onda de alta é formada por cinco ondas, três de alta e duas de baixa. As ondas ímpares são de alta e as ondas pares, de baixa. Cada onda tem duas extremidades, portanto as cinco ondas tem 6 extremidades. As extremidades formam as linhas de um hexagrama com dois trigramas: o superior e o inferior. Esse conceito que tem a ver com a teoria dos ciclos foi inventado na China na dinastia Ming e é explicado em detalhes no I Ching, o livro das mutações.
  4. E AGORA?: Chega de conversa, vamos aos fatos e suas consequências.

 

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