ANALISE TÉCNICA DO ÍNDICE DOW JONES – 04/07/2018

Em 26/01/2018, o Índice Dow Jones alcançou o seu topo máximo encerrando o período “Bull Market” que teve início em 03/03/2009 e durou nove anos e quatro meses. Minhas análises visam prever os movimentos do índice no longo prazo, as chamadas tendências primárias, por isso não são frequentes não havendo intervenção enquanto os prognósticos se mostrarem verdadeiros. Em novembro de 2017 alertei que o índice estava prestes a encerrar o período “Bull” e iniciaria um longo período “Bear”, provavelmente de dois a três anos. Como o gráfico mostra, há cinco meses o índice permanece abaixo do pico máximo e com picos decrescentes e vários indicadores asseguram que a queda continuará até o suporte 21.480, que se ultrapassado produzirá um mini ‘crash’ do tamanho do primeiro. Façam bons investimentos sem perder o roteiro.

ÍNDICE S&P 500 – ANÁLISE TÉCNICA EM 02/04/2018

O índice está percorrendo a onda primária V. Já completou a onda w5 pertencente a onda intermediara (1) que foi completada na mesma cota 2.870,62. Essa cota empatou com minha previsão calculada em 2.870,05. Como seria previsto, ocorreu o inicio da onda corretiva (2), de grau intermediário que desenhará um ou dois tríplices e terá como suportes as cotas:2.351; 2.029; 1.509. Nenhuma dessas cotas foi alcançada, ainda, mas o índice está se desvalorizando e encontrará uma resistência provável entre as duas primeiras linhas. Não plotei a terceira linha de sustentação porque, até o momento, a probabilidade de ser alcançada é inferior a 5%, mas é uma probabilidade.

VALE ON – ANÁLISE TÉCNICA

Vale completou a onda w5 e, também, a onda intermediaria (1) que, por sua vez pertence à onda primária V, em curso. A cota máxima atingida foi 47,60 e a previsão era o intervalo 47 – 48. Está agora desenvolvendo a onda corretiva (2) que alcançará os suportes nas cotas 38,34 ou 32,61. Nesse nível oferecerá oportunidade de investimento, pois os indicadores e osciladores indicam firmeza da ação.

DOW JONES – ANALISE TÉCNICA EM 02/04/2018

Em minha última análise previ que o Dow Jones alcançaria o topo em meados de novembro/2017, tendo como alvo as cotas: 23.666; 25.586, sendo a segunda de maior probabilidade, com mais de 50% e a última com apenas 12,5%. Previ que o pico ocorreria em meados de novembro de 2017, o que de fato ocorreu com a cota 23.666 de maior probabilidade. Contudo, o índice seguiu adiante superando também a terceira cota numa ascensão espetacular digna de uma típica euforia de bolha. Excedeu minha previsão de prazo em dois meses em apenas 4% da cota máxima calculada. Completou a onda w5 que se alongou no dobro do percurso da onda w3. Com a onda w5 foram completadas as ondas intermediaria (5) e a onda primária V todas de uma só vez, indicando o final da fase Bull. (mercado em alta). Recalculando os novos suportes, não muito diferentes dos estabelecidos anteriormente, o Índice ingressará num período Bear Market que será prolongado…

ÍNDICE BOVESPA – ANÁLISE TÉCNICA 07/02/2018

O Bovespa está com comportamento descolado da bolsa americana, porque nos últimos 9 anos aquela bolsa subiu sem interrupção, enquanto a nossa ficou presa num túnel em queda pela falta de perspectivas dos governos anteriores. Por isso, está sofrendo menos com o impacto da queda do Dow Jones, porque está muito atrasada. Ademais assumiu comportamento politizado. Com a queda do governo anterior a bolsa engatou uma alta firme e sustentada pelas reformas já conseguidas com o atual governo. Os investidores estão, atualmente, mais preocupados com a possibilidade de o Lula ser preso e como não será, isso provocará queda forte na bolsa. Outro risco é a aprovação da reforma da Previdência. Se for aprovada a bolsa deslancha, mas como não será, deverá cair forte. Então torna-se difícil qualquer previsão técnica porque o mercado não está com comportamento racional, portanto imprevisível. Contudo, indicarei o que o gráfico nos diz, até o momento. Como o gráfico mostra, estamos vendo o desenvolvimento da…

DOW JONES – ANÁLISE TÉCNICA EM 07/02/2018

Em minha última análise, previ que o Dow Jones alcançaria o topo em meados de novembro/17 tendo como alvo as cotas: 23.597; 23.666; e 25.586, sendo a segunda de maior probabilidade, com mais de 50% e a última com apenas 12,5%. Previ que o pico ocorreria em meados de novembro/17, o que de fato ocorreu com a cota 23.666 de maior probabilidade. Contudo, o índice seguiu adiante superando também a terceira cota numa ascensão espetacular digna de uma típica euforia de bolha. Excedeu minha previsão de prazo em 2 meses e apenas 4% da cota máxima calculada. Completou a onda w5 que se alongou no dobro do percurso da onda w3. Com a onda w5, foram completadas as ondas intermediaria (5) e a onda primária V, todas de uma só vez. Recalculando os novos suportes, não muito diferentes dos estabelecidos anteriormente, o Índice ingressará num período Bear Market que será prolongado e levará as cotações para os níveis 21.480; 18.301;…

Bovespa para onde vai?

Numa visão ampla do índice, como mostrada no gráfico acima, destacamos os seguintes pontos, muito significativos: III – final da terceira onda primária que alcançou o teto máximo em 73.920 em 30/05/2008, nas vésperas do crash produzido pela crise financeira nos EUA que se irradiou em escala global. IV – em apenas cinco meses o Índice derreteu para a cota 29.435, uma desvalorização de 60,18%, completando a quarta onda primária e causando uma perda patrimonial sem precedentes para os investidores que não tomaram precauções defensivas, uma vez que os sinais eram bastantes evidentes antes desta ocorrência. > a reação que se seguiu foi forte e completou a onda intermediaria (1), de um grau inferior à primária, na cota 73.103 em apenas 25 meses, em 30/11/2010. O teto anterior, entretanto, não chegou a ser ultrapassado, o que não tem importância, neste caso. > o que sim, tem importância foi o prolongado período desenvolvido pela onda intermediaria (2) a qual permaneceu presa…

Índice Dow Jones Industrial – Análise Técnica em 06-10-2017

Tenho péssimas notícias, mas quando anunciadas com alguma antecedência podem se tornar em grandes oportunidades. Se não quiserem perder dinheiro prestem atenção ao que tenho a dizer. O gráfico DJI, acima, indica o ocorrido, também previsto por mim, em consequência da grave crise de 2.008. O Índice havia completado a onda primária III em 14.198,10 e caiu, no bojo da onda IV, para 6.469,95, uma perda de 7.728,15 pontos ou 54,43%! Para amenizar os efeitos da grave crise econômica, o FED, o Banco Central dos EUA, introduziu os programas Quantitative Easing, por meio dos quais foram injetados na economia 4 trilhões de dólares, surgidos da impressora oficial. A impressionante liquidez gerada por esses programas turbinou as bolsas com impressionante evolução até os dias atuais. Minha análise é fundamentada nos ciclos econômicos e se desenvolvem em cinco ondas sucessivas, três de alta e duas de correção técnica, mantendo as características de mercado Bull. Como o gráfico indica, quatro ondas deste ciclo…

Mercados de ações – índices – Análise técnica em 04/08/17

ÍNDICE NASDAQ Está impossível efetuar uma análise substantiva. A razão é a seguinte: o índice tem em sua composição um alto percentual de empresas verdadeiramente campeãs: Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet (Google) e Face Book. Dado o elevado valor atingido por essas empresas, que se tornaram alvo de demandas pelo governo por prejudicar a concorrência em função de suas altas tecnologias e modelos exitosos de negócios, suas cotações têm oscilado com alta volatilidade. Parece que os EUA já não são o país das oportunidades. O gráfico ao lado indica claramente a repercussão no índice, desse fato. Contudo, efetuando uma projeção das minhas análises anteriores, o índice teria por meta, ao completar a atual onda w1, componente da onda intermediaria (5), alcançar as cotações na faixa 5.803 – 6.263. Na realidade, o máximo atingido foi 6.422,75, em 26/julho, excedendo minha meta em 2,6%. ÍNDICE DOW JONES: Está para completar a onda w3 componente da onda intermediara (1) na cota máxima 23.090. Após,…

ATUALIZAÇÃO DO ÍNDICE BOVESPA 17/02/2017

Como podem observar pelo gráfico, o índice rompeu a resistência superior do túnel, no qual ficou recluso desde novembro de 2010, mas sem grande entusiasmo pela liberdade. Observe o ritmo da subida à esquerda como era expressiva. O mesmo gráfico em variação semanal mostra a evolução da onda intermediaria (3) se desenvolvendo em cinco ondas 1-2-3-4 e a 5 irá finalizar no máximo em 74.053 de onde retornará numa correção técnica, no bojo da onda (4) de grau intermediário. Até lá, as escolhas deverão ser bem seletivas e os resultados podem surpreender.

NASDAQ 06/12/2016

O índice que representa as ações de tecnologia da bolsa americana vem apresentando uma tendência Bull, desde o encerramento da onda primária (4) na cota 4,209.76. Sua expansão está se realizando através de cinco ondas minuto que completará a onda menor w1, muito provavelmente em 5,794, podendo alcançar o máximo de 6.263 com 15% de probabilidade, antes da próxima correção técnica.

DOW JONES 06/12/2016

Após finalizada a onda intermediaria (4) na cota 15,450.56 o índice da bolsa americana embalou uma alta com grande energia e, em cinco ondas minuto, completou a onda menor w1 em 18,868.44, retornando numa correção técnica para o nível 18,868.44 perdendo apenas 785 pontos para, em seguida, com a vitória de TRUMP, embalar uma alta continua e forte até o nível atual de 19,274.85. Com todos os indicadores apontando para o céu, as novas resistências serão 21,101 e 23,090 o que ainda dá um extraordinário fôlego de Bull Market para a bolsa. Tenha em conta de que se trata de uma reação emocional, pois a vitória de TRUMP com suas promessas falaciosas nada tem a ver com a realidade da economia americana e sua atual liderança no panorama global. Portanto, aproveitem a alta com o espírito preparado para um retorno rápido utilizando-se do ferramental disponível de proteção de patrimônio.

ÍNDICE BOVESPA 06/12/2016

Como o gráfico indica, o Bovespa conseguiu sair do túnel que o manteve cativo por longos anos, mas não teve forças para se afastar resolutamente da linha de resistência superior. Também com a situação política e econômica que envolve o país, até que o índice foi corajoso em alçar voos acima da resistência. Completou a onda w3 na cota 65.291 e atualmente está desenhando o tríplice a-b-c que completará a onda w4. No momento, a cota mínima atingida foi 58.092 que varou dois suportes, mas os indicadores não garantem a virada ainda, situação essa que poderá levar o índice a testar o terceiro suporte em 54.646. Se tal ocorrer, o índice entrará novamente no túnel e necessitará de muita energia para dele sair.

ATUALIZAÇÃO DO ÍNDICE BOVESPA EM 24/10/2016

Conforme havia mencionado na última análise deste índice, se houvesse o rompimento da linha de resistência do túnel, onde o índice permaneceu cativo por seis anos, poderia subir razoavelmente no bojo da onda intermediaria (3), composta de 5 ondas menores. Terá terminado este ciclo, tal como indicado acima? Temos que observar duas coisas: hoje o índice apresentou uma volatilidade anormal, tal como se pode observar pela última barra de cor verde. Isso representa um crescente nervosismo dos investidores, principalmente dos estrangeiros que estão sendo falsamente informados de que a situação no Brasil mudou da água para o vinho, com as medidas tomadas pelo novo governo. Aqui, nós sabemos que ainda nada foi aprovado, que a situação continua confusa, que prefeitos e governadores têm ido à Brasília em busca de verbas e que a situação fiscal do país não vai mudar até final de 2017. Contudo, a Bolsa não tem correlação com fatores econômicos e sim com o comportamento dos investidores.…

Sistema Financeiro Internacional – Mudanças à vista que impactarão nossa vida

1- Um Mundo Endividado De acordo com o FMI, o mundo está inundado com US$ 152 trilhões de débitos, públicos e privados. Esse número sozinho diz muito e nada, ao mesmo tempo. Então vejamos o que significa, realmente: esse monte de trilhões cobriria nove campos de futebol apenas com notas de $100 dólares empilhadas a uma altura de 33 metros, o equivalente a um prédio de 11 andares. A ideia ficou melhor, agora? Esse débito significava, 225% do produto bruto mundial, em 2015. Trocando em miúdos, significa que para cada dólar de riqueza criada, com produção de bens e serviços, se faz necessário $2,25 de novos empréstimos. Como referência, quando a União Europeia foi criada ficou estabelecido um acordo entre os países membros de que cada país não poderia exceder 60% na relação débito/GDP. (GDP é o equivalente ao nosso PIB). Entretanto, Grécia, Espanha, Itália, Portugal e quase a maioria dos países não respeitaram esse limite e a Europa está…

ATUALIZAÇÃO DO ÍNDICE BOVESPA EM 14/09/2016

Como poderão verificar nas análises anteriores deste índice, afirmei que o mesmo está recluso em um túnel descendente desde novembro de 2010. O gráfico mostra as linhas delimitadoras desse túnel, as linhas de suporte e resistência. Como podem observar, embora essas linhas tenham sido rompidas, não houve descolamento das barras na linha superior de resistência, razão pela qual o índice retrocedeu e o fará até duas linhas de suporte em 55.630, e se varada esta irá buscar suporte na segunda em 52.743. Estas são as duas principais cotas alvo na hipótese de que o índice está desenvolvendo a onda menor ‘4’. A probabilidade de que esta versão esteja correta é de 75%. Contudo, se o segundo suporte for varado, com uma barra totalmente despregada da linha, a queda será maior e teremos a formação de um tríplice que o conduzirá às cercanias da barra inferior do túnel. Até lá daremos os detalhes desse movimento com 25 % de chance. ***

AQUI VALE MAIS O DINHEIRO EM PAPEL

O outro lado da moeda Segundo a Wealth – X Billionaire Census, os bilionários do mundo todo estão mantendo cerca de US$ 1,7 trilhões em dinheiro vivo. Quer saber o motivo? Estamos em um cenário de taxas negativas em quase todos os bancos do mundo desenvolvido. (Não é o caso do Brasil, campeão medalha de ouro dos juros altos). Juros negativos significam que temos de pagar para que nosso dinheiro fique depositado nas contas correntes dos bancos. Se aplicar em bonds, além da taxa próxima de zero, os títulos estão se desvalorizando pelo excesso de ofertas. Os EUA, Japão e Europa fizeram os programas ‘Quantitative Easing’ que significou a compra de títulos da dívida negociados no mercado para seus respectivos tesouros e, em contrapartida, injetaram uma quantidade absurda de dinheiro vivo nos seus respectivos mercados. O FED, com uma estrutura desequilibrada de endividamento (tem 83 dólares de dívida para cada dólar de patrimônio próprio), necessita iniciar um programa de venda…

A QUEDA ANUNCIADA DO DOLAR

Quando em minhas publicações, todas disponíveis neste site, demonstrei com relatórios oficiais e dados da economia americana que o dólar não tinha sustentabilidade e iria cair, ao redor de 30%, pouca gente acreditou. Disseram que os americanos sempre deram a volta por cima e que o dólar era o paraíso da segurança. Quem acreditou se deu bem e defendeu seu patrimônio, os demais perderam dinheiro de forma irrecuperável. A tendência está longe de terminar. No próximo dia 4 de setembro haverá um novo encontro do G-20 em Hangzhou, na China, onde provavelmente comparecerá Michel Temer na qualidade de presidente efetivo em sua primeira viagem oficial internacional. O presidente Xi Jinping será o presidente do evento e anunciará sua condição de ser um igual parceiro com os EUA na administração do Sistema Financeiro Internacional. A partir dessa data, o yuan, o ouro e SDR serão as alternativas ao King Dollar, cuja importância como moeda reserva irá fenecendo a partir de então.…

A ECONOMIA AMERICANA E OS MERCADOS

O QUE JANET YELLEN SABE, MAS NÃO REVELA Na semana passada, os mercados reagiram negativamente às revelações do relatório sobre emprego nos EUA. Este indicava que a economia daquele país havia acrescentado 38.000 novos empregos, o pior indicador em seis anos. A Chefe do Federal Reserve fez pouco caso afirmando que, apesar de pouco, o número ainda indica um crescimento da economia e que o fato é positivo. Por via das dúvidas, Janet Yellen achou por bem prorrogar o prometido aumento da taxa de juros, que como eu já havia previsto, não seria aumentada, outra vez. Minhas razões são racionais e não emocionais. Então vejamos o que a Yellen sabe muito bem para tomar esta decisão acertada. Ela sabe que o importante não é observar o número em si, mas a tendência, a qual se comparada com os trimestres anteriores revelam uma queda continua na oferta de novos empregos. Outro dado é ter em mente que as informações sobre a…

Notícias Rápidas de Portugal II

Os índices Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 estão todos abaixo dos topos alcançados, há mais de um ano. Há três grandes obstáculos que são responsáveis por esta situação: 1 – A EPIDEMIA DAS TAXAS NEGATIVAS. Os bonds de 10 anos dos governos do Reino Unido, Alemanha, Suíça e Japão, todos eles alcançaram seus picos históricos nesta semana, o que significa que também tiveram seus yields no fundo do poço. Os bonds alemães tiveram seu yield negativo pela primeira vez na história. Isso deve significar algo, né não? A única razão para investidores possuírem bonds com taxas negativas é o medo. Preferem perder algum dinheiro e manter o principal a salvo garantido pelo governo. Nesta importante semana, o mundo viu mais de US$ 10 trilhões de bonds governamentais com rendimentos abaixo de zero. Alguns investidores institucionais acham que poderão ganhar algum se as taxas baixarem ainda mais, como esperam, o que resultará na elevação dos preços dos títulos. Parece loucura,…