abr 032018
 

Em relação a minha análise de 07 de fevereiro último, não há nada que possa ser acrescentado, apenas o gráfico, atualizado na data de 02 de abril, mostra que o previsto está em vias de se realizar. Observe que a primeira linha de sustentação está bem abaixo.

Em minha última análise previ que o Dow Jones alcançaria o topo em meados de novembro/2017, tendo como alvo as cotas: 23.666; 25.586, sendo a segunda de maior probabilidade, com mais de 50% e a última com apenas 12,5%.

Previ que o pico ocorreria em meados de novembro de 2017, o que de fato ocorreu com a cota 23.666 de maior probabilidade. Contudo, o índice seguiu adiante superando também a terceira cota numa ascensão espetacular digna de uma típica euforia de bolha. Excedeu minha previsão de prazo em dois meses em apenas 4% da cota máxima calculada.

Completou a onda w5 que se alongou no dobro do percurso da onda w3.

Com a onda w5 foram completadas as ondas intermediaria (5) e a onda primária V todas de uma só vez, indicando o final da fase Bull. (mercado em alta).

Recalculando os novos suportes, não muito diferentes dos estabelecidos anteriormente, o Índice ingressará num período Bear Market que será prolongado e levará as cotações para os níveis 21.480; 18.301; 13.164, este último com uma probabilidade de apenas 10%. O mais provável é que o índice encontre um suporte firme entre os dois primeiros níveis.

Não se iludam com as informações da mídia de que a economia americana está no melhor dos mundos, com pleno emprego e crescimento acelerado, porque os movimentos da bolsa têm suas regras próprias e muito pouca correlação com a economia.

Bons negócios.

fev 072018
 

Em minha última análise, previ que o Dow Jones alcançaria o topo em meados de novembro/17 tendo como alvo as cotas: 23.597; 23.666; e 25.586, sendo a segunda de maior probabilidade, com mais de 50% e a última com apenas 12,5%.

Previ que o pico ocorreria em meados de novembro/17, o que de fato ocorreu com a cota 23.666 de maior probabilidade. Contudo, o índice seguiu adiante superando também a terceira cota numa ascensão espetacular digna de uma típica euforia de bolha. Excedeu minha previsão de prazo em 2 meses e apenas 4% da cota máxima calculada.

Completou a onda w5 que se alongou no dobro do percurso da onda w3.

Com a onda w5, foram completadas as ondas intermediaria (5) e a onda primária V, todas de uma só vez.
Recalculando os novos suportes, não muito diferentes dos estabelecidos anteriormente, o Índice ingressará num período Bear Market que será prolongado e levará as cotações para os níveis 21.480; 18.301; 13.164, este último com uma probabilidade de apenas 10%. O mais provável é que o índice encontre um suporte firme entre as duas primeiras linhas horizontais.

Não se iludam com as informações da mídia de que a economia americana está no melhor dos mundos, com pleno emprego e crescimento acelerado, porque os movimentos da bolsa têm suas regras próprias e muito pouca correlação com a economia.

Bons negócios.

out 072017
 

Índice Dow Jones Industrial

Tenho péssimas notícias, mas quando anunciadas com alguma antecedência podem se tornar em grandes oportunidades.

Se não quiserem perder dinheiro prestem atenção ao que tenho a dizer.

O gráfico DJI, acima, indica o ocorrido, também previsto por mim, em consequência da grave crise de 2.008. O Índice havia completado a onda primária III em 14.198,10 e caiu, no bojo da onda IV, para 6.469,95, uma perda de 7.728,15 pontos ou 54,43%!

Para amenizar os efeitos da grave crise econômica, o FED, o Banco Central dos EUA, introduziu os programas Quantitative Easing, por meio dos quais foram injetados na economia 4 trilhões de dólares, surgidos da impressora oficial.

A impressionante liquidez gerada por esses programas turbinou as bolsas com impressionante evolução até os dias atuais.

Minha análise é fundamentada nos ciclos econômicos e se desenvolvem em cinco ondas sucessivas, três de alta e duas de correção técnica, mantendo as características de mercado Bull.

Como o gráfico indica, quatro ondas deste ciclo já foram completadas e a última onda w5 completará a onda intermediaria (5) e, simultaneamente a onda primária V.

Minha previsão, de maior probabilidade, é que esse encerramento se dará nas proximidades da cota 23.666,00. A partir daí a queda será livre e encontrará suportes em uma das três barras horizontais indicadas no gráfico. As perdas previstas serão de 18,7%; 30,37 e 49,14%. Essa ocorrência está prevista para meados de novembro deste ano. Não há muito tempo, mas o suficiente para tomar medidas preventivas, como fazer caixa e operações estratégicas de proteção de patrimônio. Não esperem para tomar providências nas vésperas, pois a liquidez irá reduzir.

Boa sorte a todos e bons investimentos.

* * *

ago 042017
 

ÍNDICE NASDAQ

Está impossível efetuar uma análise substantiva. A razão é a seguinte: o índice tem em sua composição um alto percentual de empresas verdadeiramente campeãs: Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet (Google) e Face Book. Dado o elevado valor atingido por essas empresas, que se tornaram alvo de demandas pelo governo por prejudicar a concorrência em função de suas altas tecnologias e modelos exitosos de negócios, suas cotações têm oscilado com alta volatilidade. Parece que os EUA já não são o país das oportunidades.

O gráfico ao lado indica claramente a repercussão no índice, desse fato.

Contudo, efetuando uma projeção das minhas análises anteriores, o índice teria por meta, ao completar a atual onda w1, componente da onda intermediaria (5), alcançar as cotações na faixa 5.803 – 6.263.

Na realidade, o máximo atingido foi 6.422,75, em 26/julho, excedendo minha meta em 2,6%.

ÍNDICE DOW JONES:

Está para completar a onda w3 componente da onda intermediara (1) na cota máxima 23.090. Após, sofrerá queda com suporte na faixa 21.045 – 19.838, caso alcance a cota máxima prevista, o que é bem provável.

ÍNDICE S&P 500:

Está completando a onda w5 de (1), cujos alvos são: 2.514 / 2.870 / 2.949. A cotação de hoje é 2.476. Por se tratar de primeira onda, os suportes da correção que virá serão calculados a partir da cota máxima.

ÍNDICE BOVESPA:

O índice está cursando a onda w1 da onda intermediaria (5) que terá força para alcançar as resistências cíclicas em 72.973; 77.539; 78.245. A partir de qualquer delas sofrerá um ajuste técnico mais expressivo. Cotação de hoje: 66.897.

 

Espero que com estas indicações possam efetuar bons investimentos.

Até breve!

dez 072016
 

O índice que representa as ações de tecnologia da bolsa americana vem apresentando uma tendência Bull, desde o encerramento da onda primária (4) na cota 4,209.76. Sua expansão está se realizando através de cinco ondas minuto que completará a onda menor w1, muito provavelmente em 5,794, podendo alcançar o máximo de 6.263 com 15% de probabilidade, antes da próxima correção técnica.

dez 072016
 

Após finalizada a onda intermediaria (4) na cota 15,450.56 o índice da bolsa americana embalou uma alta com grande energia e, em cinco ondas minuto, completou a onda menor w1 em 18,868.44, retornando numa correção técnica para o nível 18,868.44 perdendo apenas 785 pontos para, em seguida, com a vitória de TRUMP, embalar uma alta continua e forte até o nível atual de 19,274.85. Com todos os indicadores apontando para o céu, as novas resistências serão 21,101 e 23,090 o que ainda dá um extraordinário fôlego de Bull Market para a bolsa.

Tenha em conta de que se trata de uma reação emocional, pois a vitória de TRUMP com suas promessas falaciosas nada tem a ver com a realidade da economia americana e sua atual liderança no panorama global. Portanto, aproveitem a alta com o espírito preparado para um retorno rápido utilizando-se do ferramental disponível de proteção de patrimônio.

set 042016
 

O outro lado da moeda

Clipboard013

Segundo a Wealth – X Billionaire Census, os bilionários do mundo todo estão mantendo cerca de US$ 1,7 trilhões em dinheiro vivo.

Quer saber o motivo?

Estamos em um cenário de taxas negativas em quase todos os bancos do mundo desenvolvido. (Não é o caso do Brasil, campeão medalha de ouro dos juros altos).

Juros negativos significam que temos de pagar para que nosso dinheiro fique depositado nas contas correntes dos bancos. Se aplicar em bonds, além da taxa próxima de zero, os títulos estão se desvalorizando pelo excesso de ofertas.

Os EUA, Japão e Europa fizeram os programas ‘Quantitative Easing’ que significou a compra de títulos da dívida negociados no mercado para seus respectivos tesouros e, em contrapartida, injetaram uma quantidade absurda de dinheiro vivo nos seus respectivos mercados. O FED, com uma estrutura desequilibrada de endividamento (tem 83 dólares de dívida para cada dólar de patrimônio próprio), necessita iniciar um programa de venda de títulos que estocou, mas se aumentar a oferta os preços dos títulos cairão ainda mais e não haverá compradores, por isso a urgência que têm em elevar a taxa básica de juros para que os títulos possam ser vendidos. Porém, se o fizer, o FED provocará a recessão no pais que já está em depressão econômica há oito anos. É essa armadilha a que aludi em meus ensaios sobre “A Economia Americana” disponível aqui neste site.

Se o FED aumentar a taxa de juros é certo que a bolsa cairá, pois, as empresas entrarão em dificuldade, os investimentos serão reduzidos, o crédito ficará mais caro e a consequente valorização do dólar reduzirá a força exportadora do país e a competitividade das empresas com consequências negativas para a economia nacional. Por isso, acho que a chefe do FED terá o bom senso de uma vez mais prorrogar essa ameaça para mais adiante.

Por essa razão, sem alternativas à vista, os bilionários querem dinheiro em caixa e aplicados em ouro, uma moeda mais confiável.

Você deve fazer o mesmo se pretende, no futuro, ser um deles ou continuar sendo como eles.

* * *

jun 162016
 

Os índices Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 estão todos abaixo dos topos alcançados, há mais de um ano. Há três grandes obstáculos que são responsáveis por esta situação:

1 – A EPIDEMIA DAS TAXAS NEGATIVAS.

Os bonds de 10 anos dos governos do Reino Unido, Alemanha, Suíça e Japão, todos eles alcançaram seus picos históricos nesta semana, o que significa que também tiveram seus yields no fundo do poço. Os bonds alemães tiveram seu yield negativo pela primeira vez na história. Isso deve significar algo, né não?

A única razão para investidores possuírem bonds com taxas negativas é o medo. Preferem perder algum dinheiro e manter o principal a salvo garantido pelo governo. Nesta importante semana, o mundo viu mais de US$ 10 trilhões de bonds governamentais com rendimentos abaixo de zero. Alguns investidores institucionais acham que poderão ganhar algum se as taxas baixarem ainda mais, como esperam, o que resultará na elevação dos preços dos títulos. Parece loucura, mas esta é a realidade dos mercados globais, neste momento.

2 – BREXIT

Dia 23 deste mês, os britânicos votam se permanecem ou não na União Europeia. Nos últimos cinco dias, as ações europeias caíram 7% e as ações de bancos caíram 10%. Se os britânicos saírem, a Europa perderá uma importante fonte de renda e terá reduzida sua capacidade para socorrer países como a Grécia, a Itália, de errática política fiscal, e outros países membros em dificuldades. Também abrirá um precedente para que outros países sigam o mesmo caminho.

3 – CHINA

Apesar de os bancos centrais dos países denominados ricos (?) estarem adotando políticas monetárias para relançar a economia global, em franca recessão, nada tem dado certo. A pobre Yellen do FED já não sabe mais o que fazer. A China, como tem sido noticiado pela mídia, estaria queimando suas reservas nos EUA, ao ritmo de 900 bilhões por ano, para (é o que dizem) salvar o Yuan de uma maxidesvalorização. Já mostrei, em vários artigos sobre a China, disponíveis eaqui no meu site, que a China vem fazendo pesados investimentos no exterior, comprando terras, empresas, bancos e minas de ouro. Também comprovei que vem produzindo e importando ouro em grandes quantidades sem exportar absolutamente nada. E mais, mostrei quais os acordos que a China tem feito com países da América Latina, África, Oriente Médio e países da Eurásia para implantar um sistema financeiro internacional independente dos EUA, ameaçando a hegemonia do King Dollar nas transações comerciais e financeira mundiais. Todas essas informações que trouxe gratuitamente para meus leitores, estão sendo ocultadas dos americanos e do mundo em geral, pois não é conveniente, como devem perceber. Essa é a única razão pela qual o FED necessita urgentemente de aumentar a taxa de juros para continuar atraindo capital estrangeiro.

De qualquer modo, em outubro próximo, a verdade cairá como um fruto podre e explodirá nos mercados.

Se quiser se salvar, procure ler esses relatórios aqui no meu site e concluir por si mesmo.

Fique esperto.

jun 142016
 

Estou aqui em Portugal e observo que este mês é crucial para os mercados, possivelmente produzindo muita volatilidade ou possivelmente um mini-crash.

1) dia 20 o FED, o Banco Central Americano define o novo aumento da taxa de juros.

Minha previsão: não haverá aumento, pois no mundo todo os bancos centrais estão operando com taxa negativa, ou seja, cobrando dos poupadores pela permanência de suas economias no Banco. Isso significa o quê? Que os governos não querem que você poupe e sim que gaste seu dinheiro para ativar a economia mundial, em recessão. Você vai gastar? Muito provavelmente não, pois a situação está difícil, os empregos em declínio e você certamente, inteligente como eu, vai buscar uma nova forma de aplicação: o ouro e a prata que, em qualquer situação, terão seus valores intrínsecos mantidos.

2) dia 23 a Grã-Bretanha define em plebiscito se permanece na União Europeia ou sai dela.

Minha previsão: sairá.

Vários fatores estão em jogo: o endividamento exagerado dos países da UE, assunto que já foi objeto de um relatório que escrevi recentemente aqui no meu site.

A emissão exagerada de moeda, sem lastro, pelo Banco Central de Bruxelas para socorrer a Grécia e outros países. Os movimentos fora de controle da imigração proveniente dos países em conflito, entre eles, vários terroristas. O endurecimento recente do BCB estabelecendo regras e limitações que têm desagradado os britânicos.

A Grã-Bretanha não aderiu à União Europeia, inteiramente, tanto que não adotou o euro para substituir o pound inglês, ou libra esterlina. Sua participação ficou limitada tão somente ao comércio.

Em qualquer das hipóteses, ganhe o SIM ou o NÃO, a libra esterlina deverá sofrer forte desvalorização. Se houver a separação a libra se desvaloriza por falta de confiança em sua moeda, já que as reservas de ouro da Grã-Bretanha estão situadas nos menores índices Reservas em ouro/Base Monetária dos países desenvolvidos. Se prevalecer a união, a libra se desvalorizará para se adequar ao Euro.

Como os investidores, de modo geral, não percebem a realidade dos mercados e se guiam por expectativas, não está descartada a possibilidade de um aumento de curto prazo nas bolsas mundiais derivada do fluxo de recursos das poupanças para as ações.

Bons investimentos.

mar 172016
 
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DOW JONES ATUALIZAÇÃO – 17/03/2016

O Índice apresenta uma configuração ‘W’ que usualmente antecipa uma alta razoável ou confirma uma mudança de tendência. Se for alteração de tendência significa que iniciou a onda (5) que poderá ser de longo curso.

Entretanto, os indicadores não estão acompanhando com decisão essa reação recente que foi forte, o que me faz esperar uma correção técnica iminente ou o alongamento dessa onda apenas até o topo anterior de 18.351,36, ocorrido há 10 meses e ainda não ultrapassado.

Vamos observar e acompanhar o desenvolvimento dos próximos dias.

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