DOW JONES – ANALISE TÉCNICA EM 02/04/2018

Em minha última análise previ que o Dow Jones alcançaria o topo em meados de novembro/2017, tendo como alvo as cotas: 23.666; 25.586, sendo a segunda de maior probabilidade, com mais de 50% e a última com apenas 12,5%. Previ que o pico ocorreria em meados de novembro de 2017, o que de fato ocorreu com a cota 23.666 de maior probabilidade. Contudo, o índice seguiu adiante superando também a terceira cota numa ascensão espetacular digna de uma típica euforia de bolha. Excedeu minha previsão de prazo em dois meses em apenas 4% da cota máxima calculada. Completou a onda w5 que se alongou no dobro do percurso da onda w3. Com a onda w5 foram completadas as ondas intermediaria (5) e a onda primária V todas de uma só vez, indicando o final da fase Bull. (mercado em alta). Recalculando os novos suportes, não muito diferentes dos estabelecidos anteriormente, o Índice ingressará num período Bear Market que será prolongado…

DOW JONES – ANÁLISE TÉCNICA EM 07/02/2018

Em minha última análise, previ que o Dow Jones alcançaria o topo em meados de novembro/17 tendo como alvo as cotas: 23.597; 23.666; e 25.586, sendo a segunda de maior probabilidade, com mais de 50% e a última com apenas 12,5%. Previ que o pico ocorreria em meados de novembro/17, o que de fato ocorreu com a cota 23.666 de maior probabilidade. Contudo, o índice seguiu adiante superando também a terceira cota numa ascensão espetacular digna de uma típica euforia de bolha. Excedeu minha previsão de prazo em 2 meses e apenas 4% da cota máxima calculada. Completou a onda w5 que se alongou no dobro do percurso da onda w3. Com a onda w5, foram completadas as ondas intermediaria (5) e a onda primária V, todas de uma só vez. Recalculando os novos suportes, não muito diferentes dos estabelecidos anteriormente, o Índice ingressará num período Bear Market que será prolongado e levará as cotações para os níveis 21.480; 18.301;…

Índice Dow Jones Industrial – Análise Técnica em 06-10-2017

Tenho péssimas notícias, mas quando anunciadas com alguma antecedência podem se tornar em grandes oportunidades. Se não quiserem perder dinheiro prestem atenção ao que tenho a dizer. O gráfico DJI, acima, indica o ocorrido, também previsto por mim, em consequência da grave crise de 2.008. O Índice havia completado a onda primária III em 14.198,10 e caiu, no bojo da onda IV, para 6.469,95, uma perda de 7.728,15 pontos ou 54,43%! Para amenizar os efeitos da grave crise econômica, o FED, o Banco Central dos EUA, introduziu os programas Quantitative Easing, por meio dos quais foram injetados na economia 4 trilhões de dólares, surgidos da impressora oficial. A impressionante liquidez gerada por esses programas turbinou as bolsas com impressionante evolução até os dias atuais. Minha análise é fundamentada nos ciclos econômicos e se desenvolvem em cinco ondas sucessivas, três de alta e duas de correção técnica, mantendo as características de mercado Bull. Como o gráfico indica, quatro ondas deste ciclo…

Mercados de ações – índices – Análise técnica em 04/08/17

ÍNDICE NASDAQ Está impossível efetuar uma análise substantiva. A razão é a seguinte: o índice tem em sua composição um alto percentual de empresas verdadeiramente campeãs: Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet (Google) e Face Book. Dado o elevado valor atingido por essas empresas, que se tornaram alvo de demandas pelo governo por prejudicar a concorrência em função de suas altas tecnologias e modelos exitosos de negócios, suas cotações têm oscilado com alta volatilidade. Parece que os EUA já não são o país das oportunidades. O gráfico ao lado indica claramente a repercussão no índice, desse fato. Contudo, efetuando uma projeção das minhas análises anteriores, o índice teria por meta, ao completar a atual onda w1, componente da onda intermediaria (5), alcançar as cotações na faixa 5.803 – 6.263. Na realidade, o máximo atingido foi 6.422,75, em 26/julho, excedendo minha meta em 2,6%. ÍNDICE DOW JONES: Está para completar a onda w3 componente da onda intermediara (1) na cota máxima 23.090. Após,…

NASDAQ 06/12/2016

O índice que representa as ações de tecnologia da bolsa americana vem apresentando uma tendência Bull, desde o encerramento da onda primária (4) na cota 4,209.76. Sua expansão está se realizando através de cinco ondas minuto que completará a onda menor w1, muito provavelmente em 5,794, podendo alcançar o máximo de 6.263 com 15% de probabilidade, antes da próxima correção técnica.

DOW JONES 06/12/2016

Após finalizada a onda intermediaria (4) na cota 15,450.56 o índice da bolsa americana embalou uma alta com grande energia e, em cinco ondas minuto, completou a onda menor w1 em 18,868.44, retornando numa correção técnica para o nível 18,868.44 perdendo apenas 785 pontos para, em seguida, com a vitória de TRUMP, embalar uma alta continua e forte até o nível atual de 19,274.85. Com todos os indicadores apontando para o céu, as novas resistências serão 21,101 e 23,090 o que ainda dá um extraordinário fôlego de Bull Market para a bolsa. Tenha em conta de que se trata de uma reação emocional, pois a vitória de TRUMP com suas promessas falaciosas nada tem a ver com a realidade da economia americana e sua atual liderança no panorama global. Portanto, aproveitem a alta com o espírito preparado para um retorno rápido utilizando-se do ferramental disponível de proteção de patrimônio.

AQUI VALE MAIS O DINHEIRO EM PAPEL

O outro lado da moeda Segundo a Wealth – X Billionaire Census, os bilionários do mundo todo estão mantendo cerca de US$ 1,7 trilhões em dinheiro vivo. Quer saber o motivo? Estamos em um cenário de taxas negativas em quase todos os bancos do mundo desenvolvido. (Não é o caso do Brasil, campeão medalha de ouro dos juros altos). Juros negativos significam que temos de pagar para que nosso dinheiro fique depositado nas contas correntes dos bancos. Se aplicar em bonds, além da taxa próxima de zero, os títulos estão se desvalorizando pelo excesso de ofertas. Os EUA, Japão e Europa fizeram os programas ‘Quantitative Easing’ que significou a compra de títulos da dívida negociados no mercado para seus respectivos tesouros e, em contrapartida, injetaram uma quantidade absurda de dinheiro vivo nos seus respectivos mercados. O FED, com uma estrutura desequilibrada de endividamento (tem 83 dólares de dívida para cada dólar de patrimônio próprio), necessita iniciar um programa de venda…

Notícias Rápidas de Portugal II

Os índices Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 estão todos abaixo dos topos alcançados, há mais de um ano. Há três grandes obstáculos que são responsáveis por esta situação: 1 – A EPIDEMIA DAS TAXAS NEGATIVAS. Os bonds de 10 anos dos governos do Reino Unido, Alemanha, Suíça e Japão, todos eles alcançaram seus picos históricos nesta semana, o que significa que também tiveram seus yields no fundo do poço. Os bonds alemães tiveram seu yield negativo pela primeira vez na história. Isso deve significar algo, né não? A única razão para investidores possuírem bonds com taxas negativas é o medo. Preferem perder algum dinheiro e manter o principal a salvo garantido pelo governo. Nesta importante semana, o mundo viu mais de US$ 10 trilhões de bonds governamentais com rendimentos abaixo de zero. Alguns investidores institucionais acham que poderão ganhar algum se as taxas baixarem ainda mais, como esperam, o que resultará na elevação dos preços dos títulos. Parece loucura,…

Notícias Rápidas de Portugal

Estou aqui em Portugal e observo que este mês é crucial para os mercados, possivelmente produzindo muita volatilidade ou possivelmente um mini-crash. 1) dia 20 o FED, o Banco Central Americano define o novo aumento da taxa de juros. Minha previsão: não haverá aumento, pois no mundo todo os bancos centrais estão operando com taxa negativa, ou seja, cobrando dos poupadores pela permanência de suas economias no Banco. Isso significa o quê? Que os governos não querem que você poupe e sim que gaste seu dinheiro para ativar a economia mundial, em recessão. Você vai gastar? Muito provavelmente não, pois a situação está difícil, os empregos em declínio e você certamente, inteligente como eu, vai buscar uma nova forma de aplicação: o ouro e a prata que, em qualquer situação, terão seus valores intrínsecos mantidos. 2) dia 23 a Grã-Bretanha define em plebiscito se permanece na União Europeia ou sai dela. Minha previsão: sairá. Vários fatores estão em jogo: o…

DOW JONES ATUALIZAÇÃO – 17/03/2016

O Índice apresenta uma configuração ‘W’ que usualmente antecipa uma alta razoável ou confirma uma mudança de tendência. Se for alteração de tendência significa que iniciou a onda (5) que poderá ser de longo curso. Entretanto, os indicadores não estão acompanhando com decisão essa reação recente que foi forte, o que me faz esperar uma correção técnica iminente ou o alongamento dessa onda apenas até o topo anterior de 18.351,36, ocorrido há 10 meses e ainda não ultrapassado. Vamos observar e acompanhar o desenvolvimento dos próximos dias.

A ECONOMIA AMERICANA IV – EPÍLOGO

Minhas previsões não são pessimistas, são realistas. A apregoada crise já começou e terá desdobramentos impressionantes. Provavelmente você ainda se lembra da ENRON, a gigante americana de energia que já foi a companhia mais admirada do mundo e que, entretanto, faliu da noite para o dia. Nem o governo, nem a imprensa, nem os brokers de Wall Street fizeram qualquer advertência. Em 2000, Charles Pearce aposentou-se dessa empresa aos 63 anos. Recebeu, em função de seu alto cargo, um portfólio de ações, bônus e opções dessa companhia no valor de $ 1,3 milhões de dólares. Ele pensava passar os dias restantes de sua vida viajando, jogando golfe com amigos e frequentado os melhores restaurantes. Quando a ENRON faliu em 2001, o fundo de Charles se reduziu de $ 1,3 milhões para apenas $13 mil.    Ele levou 33 anos para economizar esse dinheiro que desapareceu como por encanto. Mais de 20.000 empregados foram atirados à rua sem nada, milhares de investidores…

A ECONOMIA AMERICANA III

O que os americanos deveriam saber, mas não são informados. Veja aqui, passo-a-passo, o que falta para o dólar despencar 33% WALL STREET: A política financeira do FED, de juros zero e recursos abundantes para o crédito, foi a responsável pela alta continuada da Bolsa dando a impressão de que tudo corria otimamente bem com a economia e que os americanos não precisavam se preocupar. Observem os dois gráficos abaixo cobrindo o mesmo período, o da esquerda indicando a quantidade de recursos aplicados no mercado acionário e o da direita o desempenho do Índice S&P 500. Há uma correlação perfeita entre ambos. MARGEM Outro indicador que nos auxilia no diagnóstico da sanidade do mercado é o débito em margens. Margin debit é a quantidade de dinheiro que os investidores tomam emprestado para aplicar em ações. Você pode tomar emprestado, suponhamos 1 milhão de dólares a custo muito baixo e aplicar em ações que estão se valorizando sem interrupção e, ao…

A ECONOMIA AMERICANA II

O que os americanos deveriam saber, mas não são informados. No relatório de mesmo nome da semana passada, lancei ao final uma inquietante pergunta: “O QUE ESTÁ PRODUZINDO O CRESCIMENTO DO PIB? ” A resposta simples, direta e precisa é: o débito. Muita gente se impressiona desnecessariamente com o débito. Ele é um instrumento eficaz de progresso e, se bem utilizado e com critério, pode aumentar a eficiência e riqueza de uma empresa ou de um país. Para efeito didático, imaginemos que os EUA sejam uma grande empresa—América Ventures Corp.— onde seus empregados sejam o povo e os acionistas, os políticos. Os escolhi para essa função porque os políticos, não todos, mas quase todos, se julgam donos do país e que os recursos produzidos pelos empregados, o povo, pertencem integralmente a eles. O povo trabalha duro, produz alimentos, máquinas, produtos variados, constrói pontes, estradas, faz a limpeza, cuida da saúde dos empregados doentes, exporta os produtos excedentes e tudo isso…

A ECONOMIA AMERICANA I

O que os americanos deveriam saber, mas não são informados. Como os brasileiros serão atingidos, mas preferem não saber. Um de meus leitores me enviou um e-mail fazendo uma crítica construtiva sobre o que tenho revelado a respeito dos EUA. Disse-me ele que segundo reportagem que leu no New York Times não havia motivo para preocupação. E seguiu arrolando alguns dados publicados no citado artigo: o PIB doméstico dos EUA vem crescendo desde a recuperação iniciada após a crise de 2008. Nestes últimos 7 anos o PIB cresceu US$ 1,76 trilhões, as bolsas americanas subiram sem parar refletindo a saúde da economia, a inflação continua bem abaixo de 2%, a taxa básica de juros entre zero e 0,25% a.a. e a taxa de desemprego está entre as mais baixas das economias avançadas.  Então me pergunta: em que se baseia sua preocupação com a forte e estável economia americana? Os números citados parecem convincentes, não lhe parece? Então, vamos juntos observar…

Dow Jones – Atualização em 19/08/2015

Dow Jones – Atualização em 19/08/2015 O índice Dow Jones da bolsa americana subiu 6 anos no maior impulso ‘Bull’ dos últimos tempos. Eu publiquei um ensaio no meu site (dagobertopacheco.com.br) sobre a “Golden Age” americana na atualização do Dow Jones de 19/11/2014. Aconselho-o a lê-lo, se ainda não o fez, para inteirar-se do significado real dessa expressão o que o ajudará na interpretação do fenômeno gráfico que estamos analisando neste momento.  O índice finalizou a onda intermediaria (3), uma onda de longo curso, na cota 18.351,36 em 19/03/2015, há exatos três meses. Nesses três meses vem apresentando uma nítida tendência de queda, embora moderada, pois desvalorizou até hoje 6,7%. Os três suportes técnicos que poderão, em tese, fazer reverter o índice estão indicados no gráfico, com as cotas: 16.289,01; 15.014,02; e 12.952,03. Temos de considerar um outro suporte muito forte que é o SX, na cota 15.341, que corresponde a finalização da onda w4. Como os dois suportes 15.341…

DOW JONES – ATUALIZAÇÃO EM 10 03 2015

O índice está se aproximando do final da onda intermediaria (3). Esta foi desenvolvida em 5 ondas menores de grau inferior, respeitando os padrões, mesmo quando se desmembrou em outras cinco ondas minutos. A onda (3) atingiu o pico máximo em 18.288,63 percorrendo 8.674,31 pontos, quase o dobro da onda (1). A queda recente representa uma perda de 3,23% em relação à cota máxima, mas a quinta onda minuto que finalizará a onda (3) perdeu dois suportes e se aproxima com celeridade do terceiro, em 17.515,  o que acende a luz vermelha. Se não varar esse suporte, poderá engatar uma recuperação, mas todos os indicadores mostram que o tanque está quase vazio e dificilmente o índice superará os 19.100 pontos. Concluindo, se o final da onda (3) for esta cota máxima já atingida em 18.288,63 pontos,  a queda que se seguirá levará o índice para as cotas alvo: 16.241; 14.975 e 12.927,  no curso prolongado da onda (4), representando perdas…

Dow Jones: Atualização em 23 01 2015

  A imagem acima representa o detalhe do que está acontecendo agora. A onda intermediaria (3) está se aproximando de sua finalização. Foram completadas as ondas menores w1, w2, w3 e w4 que estão dando formação à onda (3) e as ondas minutos que estão sublinhadas já estão completas as 4 primeiras e estamos finalizando na onda w 5  a qual completará a onda w5 que, por sua vez finalizará a onda (3). Parece complicado e é mesmo, mas as ondas vão se remontando umas sobre as outras, cada qual conservando o seu padrão. Este é o segredo da analise técnica, reconhecer os padrões. A pergunta que se coloca agora é a seguinte: Até onde a onda (3) poderá ir? Segundo meus cálculos estatísticos, há boas probabilidades de que alcance as cotas alvo 19.400 ou 19.525 e menos chances de chegar a 20.641 que também é provável. O gráfico seguinte apresenta o índice numa frequência mensal, uma visão mais distante…

Dow Jones – Atualização em 19/11/2014

Dow Jones –  Atualização  em 19/11/2014 Comentários: Os EUA estão vivendo um novo ciclo que se pode chamar de GOLDEN AGE. O setor energético com as recentes descobertas e avançadas tecnologias para exploração de petróleo em rochas de xisto com poços horizontais está colocando o país como grande ‘player’ nessa área, tornando-se autossuficiente em gás e petróleo e entrando para o time dos exportadores já em 2015, com preços competitivos. (Pobre Petrobrás e seu pre-sal oculto nas profundezas do oceano). Como era previsível, houve uma queda considerável nos preços do gás natural e petróleo, pois o excesso de produção aliado à fraca demanda, já que Europa, Japão, China estão com crescimento reduzido e graves problemas fiscais e os EUA que eram os principais consumidores passaram a ser importantes produtores e serão exportadores logo mais. Consequentemente, a OPEP em recente reunião decidiu reduzir a produção para sustentar os preços. Não é só isso, também no país democrata, estão florescendo várias novas…

DOW JONES – ATUALIZAÇÃO EM AGOSTO 01, 2014

DOW JONES – ATUALIZAÇÃO EM AGOSTO 01, 2014 Dagoberto Aranha Pacheco   O índice sofreu hoje uma queda abrupta e inesperada. Nada para se desesperar. Explico: 1 – há muito ruído na imprensa  com origem em falsos gurus indicando crash na Bolsa e o fim do capitalismo. Nada disso vai acontecer. 2 – o Oriente Médio está em guerra e muito instável. A produção de petróleo está em queda enquanto a demanda mundial está em alta. Significa que os preços do petróleo vão disparar. 3 – os EUA não serão afetados porque com as novas tecnologias de exploração  aplicadas nas rochas de xisto, o setor está ‘bombando’ naquele país que goza de estabilidade.  De importador passará a autossuficiência e a exportar já a partir do próximo ano. Portanto, a crise mundial produzida pelo Oriente Médio abrirá perspectivas imensas para investidores nesse setor de energia: petróleo, gás natural e seus derivados. O meu negocio é analisar gráficos e não macro economia.…

Dow Jones Industrial Jun. 09, 2014

Dow Jones Industrial Jun. 09, 2014 A imprensa internacional tem divulgado há algum tempo que a Bolsa americana tem bolhas em formação e que um crash está próximo.  Alguns gurus de Wall Street afirmam perigo iminente, outros asseguram que ocorrerá em dois anos, any way. No meu entender não há nada, nenhum sinal evidente de que uma catástrofe vá ocorrer.  A economia americana está se recuperando bem, muitas inovações estão ocorrendo, a indústria do petróleo com as novas tecnologias desenvolvidas há dois anos é um boom, a biotecnologia está em grande avanço e lá existe o capitalismo e a meritocracia que asseguram  prêmios aos bens sucedidos. Portanto, há incentivos para se lançar na luta pelo desenvolvimento. O gráfico mostra a evolução do Índice em concordância com nossas previsões anteriores. Está agora na onda w5 que é a última e finalização da onda intermediaria (3).  Quando ocorrer este evento haverá um ajuste forte, o índice cairá cerca de  20 a 30%,…