abr 032018
 

O índice está percorrendo a onda primária V.

Já completou a onda w5 pertencente a onda intermediara (1) que foi completada na mesma cota 2.870,62. Essa cota empatou com minha previsão calculada em 2.870,05.

Como seria previsto, ocorreu o inicio da onda corretiva (2), de grau intermediário que desenhará um ou dois tríplices e terá como suportes as cotas:2.351; 2.029; 1.509.

Nenhuma dessas cotas foi alcançada, ainda, mas o índice está se desvalorizando e encontrará uma resistência provável entre as duas primeiras linhas. Não plotei a terceira linha de sustentação porque, até o momento, a probabilidade de ser alcançada é inferior a 5%, mas é uma probabilidade.

abr 032018
 

Vale completou a onda w5 e, também, a onda intermediaria (1) que, por sua vez pertence à onda primária V, em curso. A cota máxima atingida foi 47,60 e a previsão era o intervalo 47 – 48.

Está agora desenvolvendo a onda corretiva (2) que alcançará os suportes nas cotas 38,34 ou 32,61.

Nesse nível oferecerá oportunidade de investimento, pois os indicadores e osciladores indicam firmeza da ação.

abr 032018
 

Em relação a minha análise de 07 de fevereiro último, não há nada que possa ser acrescentado, apenas o gráfico, atualizado na data de 02 de abril, mostra que o previsto está em vias de se realizar. Observe que a primeira linha de sustentação está bem abaixo.

Em minha última análise previ que o Dow Jones alcançaria o topo em meados de novembro/2017, tendo como alvo as cotas: 23.666; 25.586, sendo a segunda de maior probabilidade, com mais de 50% e a última com apenas 12,5%.

Previ que o pico ocorreria em meados de novembro de 2017, o que de fato ocorreu com a cota 23.666 de maior probabilidade. Contudo, o índice seguiu adiante superando também a terceira cota numa ascensão espetacular digna de uma típica euforia de bolha. Excedeu minha previsão de prazo em dois meses em apenas 4% da cota máxima calculada.

Completou a onda w5 que se alongou no dobro do percurso da onda w3.

Com a onda w5 foram completadas as ondas intermediaria (5) e a onda primária V todas de uma só vez, indicando o final da fase Bull. (mercado em alta).

Recalculando os novos suportes, não muito diferentes dos estabelecidos anteriormente, o Índice ingressará num período Bear Market que será prolongado e levará as cotações para os níveis 21.480; 18.301; 13.164, este último com uma probabilidade de apenas 10%. O mais provável é que o índice encontre um suporte firme entre os dois primeiros níveis.

Não se iludam com as informações da mídia de que a economia americana está no melhor dos mundos, com pleno emprego e crescimento acelerado, porque os movimentos da bolsa têm suas regras próprias e muito pouca correlação com a economia.

Bons negócios.

fev 072018
 

O Bovespa está com comportamento descolado da bolsa americana, porque nos últimos 9 anos aquela bolsa subiu sem interrupção, enquanto a nossa ficou presa num túnel em queda pela falta de perspectivas dos governos anteriores.

Por isso, está sofrendo menos com o impacto da queda do Dow Jones, porque está muito atrasada. Ademais assumiu comportamento politizado. Com a queda do governo anterior a bolsa engatou uma alta firme e sustentada pelas reformas já conseguidas com o atual governo.

Os investidores estão, atualmente, mais preocupados com a possibilidade de o Lula ser preso e como não será, isso provocará queda forte na bolsa. Outro risco é a aprovação da reforma da Previdência. Se for aprovada a bolsa deslancha, mas como não será, deverá cair forte. Então torna-se difícil qualquer previsão técnica porque o mercado não está com comportamento racional, portanto imprevisível.

Contudo, indicarei o que o gráfico nos diz, até o momento. Como o gráfico mostra, estamos vendo o desenvolvimento da onda w3 que deverá finalizar na faixa 92.000 – 98.000 se tudo correr bem. A partir daí terá uma correção e seguirá no bojo da onda w5 para cima de 100.000 podendo alcançar 116.000 – 125.000 antes de uma maior correção na onda intermediaria de grau superior.

out 132017
 

ANALISE TÉCNICA DO ÍNDICE BOVESPA

Numa visão ampla do índice, como mostrada no gráfico acima, destacamos os seguintes pontos, muito significativos:

III – final da terceira onda primária que alcançou o teto máximo em 73.920 em 30/05/2008, nas vésperas do crash produzido pela crise financeira nos EUA que se irradiou em escala global.

IV – em apenas cinco meses o Índice derreteu para a cota 29.435, uma desvalorização de 60,18%, completando a quarta onda primária e causando uma perda patrimonial sem precedentes para os investidores que não tomaram precauções defensivas, uma vez que os sinais eram bastantes evidentes antes desta ocorrência.

> a reação que se seguiu foi forte e completou a onda intermediaria (1), de um grau inferior à primária, na cota 73.103 em apenas 25 meses, em 30/11/2010. O teto anterior, entretanto, não chegou a ser ultrapassado, o que não tem importância, neste caso.

> o que sim, tem importância foi o prolongado período desenvolvido pela onda intermediaria (2) a qual permaneceu presa num túnel Bear durante nada menos de cinco anos e dez meses. A razão mais plausível para essa ocorrência foi a eleição de Dilma Rousseff para governar o Brasil. Durante todo o período de seu desgoverno a bolsa americana subiu sem parar ocorrendo um descolamento prolongado da bolsa brasileira em relação à americana.

W1 – a partir da finalização da onda (2) observamos o início da onda menor w1 de grau imediatamente inferior a onda intermediaria anterior, a qual conseguiu, como era esperado, ultrapassar a barreira do túnel, quando o impeachement da ‘infeliza presidenta’ estava em curso. Ademais encerrou sua escalada na cota 69.487.

W2 – a seguir a onda w2 de mesmo grau efetuou a correção até a cota 60.314.

W3 – estamos observando, agora, a onda w3 que se expande com ótimo momentum e força, a qual deve alcançar a cota 92.755 e, se as condições forem favoráveis poderá ir até 112.804, porém com bem menor probabilidade.

O efeito Dow Jones: na semana passada publiquei a análise do índice americano prevendo uma queda substancial para novembro. Contudo, como ficou demonstrado aqui, a bolsa brasileira se atrasou muito com as incertezas quanto ao futuro do país, perdendo investimentos do exterior e nacionais. É possível que muitos investimentos dos EUA possam voar para o Brasil em razão do saneamento produzido pela Lava-Jato, das reformas que já foram introduzidas pelo atual governo e especialmente se passar a reforma da Previdência, o que evitará um rebaixamento do nosso crédito pelas Agências de Risco.

Mas, no Brasil, até o passado é imprevisível.

Bons investimentos a todos.

* * *

out 072017
 

Índice Dow Jones Industrial

Tenho péssimas notícias, mas quando anunciadas com alguma antecedência podem se tornar em grandes oportunidades.

Se não quiserem perder dinheiro prestem atenção ao que tenho a dizer.

O gráfico DJI, acima, indica o ocorrido, também previsto por mim, em consequência da grave crise de 2.008. O Índice havia completado a onda primária III em 14.198,10 e caiu, no bojo da onda IV, para 6.469,95, uma perda de 7.728,15 pontos ou 54,43%!

Para amenizar os efeitos da grave crise econômica, o FED, o Banco Central dos EUA, introduziu os programas Quantitative Easing, por meio dos quais foram injetados na economia 4 trilhões de dólares, surgidos da impressora oficial.

A impressionante liquidez gerada por esses programas turbinou as bolsas com impressionante evolução até os dias atuais.

Minha análise é fundamentada nos ciclos econômicos e se desenvolvem em cinco ondas sucessivas, três de alta e duas de correção técnica, mantendo as características de mercado Bull.

Como o gráfico indica, quatro ondas deste ciclo já foram completadas e a última onda w5 completará a onda intermediaria (5) e, simultaneamente a onda primária V.

Minha previsão, de maior probabilidade, é que esse encerramento se dará nas proximidades da cota 23.666,00. A partir daí a queda será livre e encontrará suportes em uma das três barras horizontais indicadas no gráfico. As perdas previstas serão de 18,7%; 30,37 e 49,14%. Essa ocorrência está prevista para meados de novembro deste ano. Não há muito tempo, mas o suficiente para tomar medidas preventivas, como fazer caixa e operações estratégicas de proteção de patrimônio. Não esperem para tomar providências nas vésperas, pois a liquidez irá reduzir.

Boa sorte a todos e bons investimentos.

* * *

ago 042017
 

ÍNDICE NASDAQ

Está impossível efetuar uma análise substantiva. A razão é a seguinte: o índice tem em sua composição um alto percentual de empresas verdadeiramente campeãs: Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet (Google) e Face Book. Dado o elevado valor atingido por essas empresas, que se tornaram alvo de demandas pelo governo por prejudicar a concorrência em função de suas altas tecnologias e modelos exitosos de negócios, suas cotações têm oscilado com alta volatilidade. Parece que os EUA já não são o país das oportunidades.

O gráfico ao lado indica claramente a repercussão no índice, desse fato.

Contudo, efetuando uma projeção das minhas análises anteriores, o índice teria por meta, ao completar a atual onda w1, componente da onda intermediaria (5), alcançar as cotações na faixa 5.803 – 6.263.

Na realidade, o máximo atingido foi 6.422,75, em 26/julho, excedendo minha meta em 2,6%.

ÍNDICE DOW JONES:

Está para completar a onda w3 componente da onda intermediara (1) na cota máxima 23.090. Após, sofrerá queda com suporte na faixa 21.045 – 19.838, caso alcance a cota máxima prevista, o que é bem provável.

ÍNDICE S&P 500:

Está completando a onda w5 de (1), cujos alvos são: 2.514 / 2.870 / 2.949. A cotação de hoje é 2.476. Por se tratar de primeira onda, os suportes da correção que virá serão calculados a partir da cota máxima.

ÍNDICE BOVESPA:

O índice está cursando a onda w1 da onda intermediaria (5) que terá força para alcançar as resistências cíclicas em 72.973; 77.539; 78.245. A partir de qualquer delas sofrerá um ajuste técnico mais expressivo. Cotação de hoje: 66.897.

 

Espero que com estas indicações possam efetuar bons investimentos.

Até breve!

jun 282017
 

Conforme minha última análise deste índice, postada aqui mesmo, previ que a onda w1, a primeira da onda intermediaria (5), alcançaria as metas 5.794; 5.803 ou 6.263, esta com 15% de probabilidade.

O gráfico acima indica que o índice superou o máximo calculado atingindo 6.304, pico inédito. Contudo, apresentou uma volatilidade também inédita, com o índice subindo e descendo freneticamente embora os indicadores mostrem resiliência à queda.

Interessante, não? Acho que uma queda significativa é iminente, embora não haja elementos técnicos para afirmar e fundamentar. Por vias das dúvidas, recomento estreitar os stop-loss nas ações que compõem o índice.

Até a próxima.

fev 172017
 

Como podem observar pelo gráfico, o índice rompeu a resistência superior do túnel, no qual ficou recluso desde novembro de 2010, mas sem grande entusiasmo pela liberdade. Observe o ritmo da subida à esquerda como era expressiva.

O mesmo gráfico em variação semanal mostra a evolução da onda intermediaria (3) se desenvolvendo em cinco ondas 1-2-3-4 e a 5 irá finalizar no máximo em 74.053 de onde retornará numa correção técnica, no bojo da onda (4) de grau intermediário.

Até lá, as escolhas deverão ser bem seletivas e os resultados podem surpreender.

dez 072016
 

O índice que representa as ações de tecnologia da bolsa americana vem apresentando uma tendência Bull, desde o encerramento da onda primária (4) na cota 4,209.76. Sua expansão está se realizando através de cinco ondas minuto que completará a onda menor w1, muito provavelmente em 5,794, podendo alcançar o máximo de 6.263 com 15% de probabilidade, antes da próxima correção técnica.

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